quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Quinta de Sta. Eufémia branco reserva

Estava eu há uns dias atrás já bem tarde em frente à televisão, numa daquelas noites em que de tão cansado não conseguia dormir quando vejo aparecer na Sic Notícias “A hora de Baco” um programa que tem várias coisas que me apelam aos sentidos. O programa não foi particularmente bom ou mau mas houve uma altura em que falaram de um vinho do Porto branco de cor dourada de aroma fantástico e um fenómeno ao paladar, elogiado até à exaustão pelas duas pessoas que o provavam referindo que não só não é normal encontrar um vinho do Porto branco realmente bom ainda mais quando se trata de um vinho relativamente novo. Fiquei interessado, a cada palavra só pensava que tinha que provar daquilo. No final disseram o nome e mostraram a garrafa, meio click na cabeça, a seguir mostraram o preço, ¾ de click. Fiquei com o nome guardado na memória e ontem quando cheguei fui confirmar. Alguns dos que lêem estas palavras lembrar-se-ão desse vinho apesar de não terem visto o programa. Foi aquele que provamos nas docas, num dia de chuva, no meio de tantos outros vinhos e que me fez decidir que seria aquela garrafa a prenda de Natal certa para o meu pai.
A garrafa ainda continua por abrir. Não por opção minha claro está. Mas temos que um dia voltar a beber de tal vinho.


4 comentários:

Shamrock disse...

Mal li "Porto Branco" veio-se-me logo à lingua aquela pérola... tu tens olho... tá visto

cmfm disse...

Não é bem olho. É mais língua. :)

Confrade Mor disse...

sim senhor! sempre um passo à frente!

és tu que ditas as tendências viti vinicolas deste nosso portugal!

cmfm disse...

Não serei eu que as dito, até porque não fui o único apreciador de tal vinho. Fomos todos. A única diferença talvez seja que acabei por comprar o vinho e que tenho um fraquinho pelo Vinho do Porto.
O interessante mesmo foi reencontrar tal vinho após tanto tempo porque nunca mais o tinha visto em lado nenhum, e o facto de saber que a nossa apreciação do vinho foi realmente a correcta e que não somos completamente desprovidos de gosto.