sábado, fevereiro 26, 2011

A parva

Esta besta, que não tem outro nome, escreve nesta crónica, ultimamente muito badalada, uma quantidade de parvoíces que fazem com que a única parva que o texto sugere seja ela.

Pouco haverá a dizer, basta ler o texto. É daquele tipo de coisas que não precisa de qualquer tipo de acrescento para ser idiota. Apenas me parece que a senhora se esqueceu de acrescentar qualquer coisa mesmo no fim, depois do "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.", faltou-lhe referir que quem está à espera dessa aplicação também espera que seja pelo salário mínimo e com trabalho precário.

O melhor é lerem.

1 comentário:

Ana Lisboa disse...

Meu caro cfm:
Desta vez discorodo de ti, talvez pela primeira que me lembro.
Não que concorde com o texto que a sra escreveru, mas não o levari tão á letra. A ideia central dos Deolinda não é totalmente verdadeira, assim como que a Isabele screve também não.
Nem todas a empresas pagam os alário mínimo nem todas usam recibos verdes. Nem todos nós queremos um contrato sem termo.
Não concordo com a Isabel quando diz que se estudaram não podem ser escravos senão são parvos, até proque sei bem na pele o que é um estágio não remunerado. Mas aplaudo quandoe ela escreve: "aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida."
A faculdade não ensina ninguém a trabalhar. Dá mecanimos nque nos permitem aprender a fazer as coisas cá fora, mas poucas são aquelas que efectivamente nos preparam para o trabalho per si.
Podia continuar a dissecar o texto, parágrafo a parágrafo mas não terei espaço suficinete.
Apenas termino dizendo que nada deve ser levado tão à letra, a ideia greal é o que deve ser tidpo em conta. E aí há coisas a reter, sem dúvida.