sábado, abril 30, 2005

I wish

Eu queria mesmo era ter uma máquina fotográfica para poder por aqui mais fotos, e não só... :)

Still sick

Ainda continuo gripado... mas será que esta merda não passa, mas querem ver que eu tenho que me chatear?
É que se isto não me passa vou ter que arranjar problemas, ah pois é, e depois quero ver como é.

É só para avisar.

quarta-feira, abril 27, 2005

shuinfffffffffffffff

Doi-me aqui ali e além, o meu cérebro está metido no meio de um líquido viscoso, e nem estômago ajuda.

Mais um belo dia lá fora...

Valium!!!

E vão duas noites de insónia, a de ontem começou a estas horas a de hoje continua a decorrer a estas horas, a prova é que me levantei e vim postar. Além disso fica provado que isso do leite quente ajudar a dormir é um mito urbano, e também não ajuda as dores de garganta... estou cada vez pior.

Já agora, ninguém me arranja uma cena forte para dormir? Tipo uma Angelina Jolie?

terça-feira, abril 26, 2005

.. .... .. . . . .....

Estou desorientadinho de todo.

Acordar para a vida

Pois é, é muito bom andar meio a sonhar, o mau mesmo é quando se acorda. E eu acordei esta noite para a minha realidade novamente.
O sono já estava agitado desde há alguns dias, e pronto, lá tive que levar um abanão e acordar.

Fuck, my life sucks.

Liberdade

Este último post vem tarde, mas foi apenas por impedimento físico e não por esquecimento, porque esquecer este dia é como abdicar um pouco da liberdade de que hoje gozamos.
É também um post longo, bastante, mas o poema merece-lo e a ocasião também. É um poema que declamado por quem sabe emociona mesmo quem, como eu, já nasceu com o dom de falar abertamente sem ter que olhar por cima do ombro para ver se ninguém ouvia.

Viva a liberdade, viva o 25 de Abril.
As Portas Que Abril Abriu

Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais feliz
dos povos à beira-terra

Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raíz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado

Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinhiero estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos dos passado
se chamava esse país
Portugal suicidado

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra

Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo

Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criançamas já era a liberdade

Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeçada cabeça ao coração

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão

Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão

Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação
uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com a que a força da vida
seja maior do que a morte

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão

Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão

Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão

Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa

Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis

Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
- pode nascer um país
do ventre duma chaimite

Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
- é a força revolucionária!

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade

Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena

E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados "páras"
que não queriam o degredo
de um povo que se separa.

E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam

Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração

Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma razão
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão

Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão

Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra

Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
fez Portugal renascer

E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis

Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.

Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza

E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.

Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.

Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.

Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo de mês de Junho.

Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.

Mas era olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.

E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.

A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que desbobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.

Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.

E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideias
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.

Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio faziam
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.

Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.

E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.

Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.

Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.

Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.

Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.

Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.

Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
- cumpriu-se a revolução.

Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabrões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os genarais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.

Com generais desta apanha
já não há revoluções.

Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.

E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.

Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.

E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
apenderam Portugal.

Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe-se àqueles que o firam
consciência nacional.

Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.

Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.

Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.

Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.

Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.

- Não havia estado novo
nos poemas de Camões!
Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.

Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram
das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.

Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.

Em em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalhos crescer.

Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
de um país que vai nascer.

Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser
pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.

No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.

Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!
É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.

Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua prórpia grandeza!

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.

Só nos faltava que os cães
viesses ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.

Na frente de todos nós
povo soberano e total
e ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.

Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisa em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser reoubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!

Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!


Lisboa, Julho-Agosto de 1975 José Carlos Ari dos Santos

quinta-feira, abril 21, 2005

Marcelo R. S.

Este senhor é um comentador na tv, e sabendo que ele não lê este blog para comentar e dar nota, vocês que aparecem por cá podem faze-lo? ok????!???!?!?

Estamos entendidos?

Os estudos

Depois de uma longa conversa sobre o assunto e de reflectir um pouco sobre o caso, algo que confesso nunca tinha feito, cheguei à conclusão que a observação que fiz a uma pessoa é verdade. A escolha de um curso para se prosseguirem os estudos após o ensino secundário tem que ser, a meu ver, uma escolha total e completamente egoista. Olhando para os casos que me rodeiam tenho cada vez mais a certeza disso. As escolhas feitas por pressões ou a pensar em terceiros acabam quase sempre mal, em desilusão ou tristeza, escolhas feitas por birra ou teimosia acabam invariavelmente no mesmo...

A minha escolha está feita, mas muitos terão que escolher no futuro e espero que o façam bem.

BadaBum, Big BadaBum!

Parece que vem aí um asteróide e tal, grandito e que em 2034 podemos ir todos desta para melhor.
Calma... isto é só uma possibilidade caso a trajectória do bicho seja alterada, porque na verdade, e em princípio ele passa a 20 mil, 40 mil quilómetros de distância de nós, que é como quem diz, longe pra caralho. De qualquer forma e sendo um colisão algo de incómodo porque na altura posso estar a dormir, tenho a certeza que era capaz de dar um belo fogo de artifício.

quarta-feira, abril 20, 2005

Igreja e futebol

Confesso (ora aqui está a primeira referência religiosa deste post) que ainda pensei como seria bom ter o Policarpo como Papa, é que parece que não mas o Sporting passava a ter cunha com Deus, e bem vistas as coisas era capaz de ser importante.

Já tá

Ah, pois é!!!

Rápido e indolor, um novo Papa logo ao segundo dia de conclave.
E foi uma boa escolha sim senhor, um Papa visto como conservador, sim... porque a Igreja Católica anda a adiantar-se muito nas ideias. Tipo... coiso. E naquela matéria, para já não falar daquilo.
Agora já só falta começar a juntar as bruxas e preparar a lenha e estamos no bom caminho.

terça-feira, abril 19, 2005

Focus

É bom andar sempre em frente, com os olhos postos no futuro, mas se se esquece o que está para trás estamos a deixar muitos ensinamentos passarem-nos ao lado, por isso convém olhar em frente mas não ignorarmos os que nos rodeiam no presente nem os que nos ensinaram no passado, e manter-mos os nossos objectivos em mente.... FOCUS

segunda-feira, abril 18, 2005

Mulheres

Este fim de semana tive uma vez mais a prova de que realmente entre as mulheres a relações são algo de muito estranho. Falam-se às mil maravilhas mas assim que viram costas dizem bastante mal umas das outras. Porque será?
Agora posso ser acusado por algumas de esta ser uma observação machista, mas também sei que algumas concordam comigo.

Este é um assunto para ser desenvolvido noutro post mais extenso.

terça-feira, abril 12, 2005

Solitária

Às vezes e a quase todos nós, por razões óbvias ou não tanto, escorre-nos uma lágrima pela face, uma, só uma.
Porque quando as razões são óbvias choramos como se não houvesse amanhã, quando a razão é algo diferente, ou porque não é normal, ou porque não queremos que os outros saibam, ou apenas porque nos revolta a nós próprios sai apenas uma lágrima, solitária... que escorre pela face abaixo e se perde pelo queixo, aquela lágrima que não limpamos porque nos custa a aceita-la.
Aquela lágrima do filme comovente, da notícia chocante ou para quem n chora em filmes nem no telejornal aquela lágrima que se verte por quem se conhece apenas um pouco, mas por quem sentimos afinidade.

segunda-feira, abril 11, 2005

Sempre a bombar

Quanto mais ouço mais gosto do albúm, è de audição obrigatória, nem que seja só para experimentar. Green Day - American Idiot.

sábado, abril 09, 2005

Repetição

Pior do que aquele que não pode ver é aquele que pode mas não vê...

Dejá vu

Portuguese Idiot

I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone
I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
and I'm the only one and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah, Aaah-ah,
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah
I'm walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the border line
Of the edge and where I walk alone
Read between the lines
What's fucked up and everything's alright
Check my vital signs
To know I'm still alive and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah, Aaah-ah
Ah-ah, Ah-ah
I walk alone
I walk a...
I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone...
Green Day - Boulevard of Broken Dreams - (American Idiot - 2004)

sexta-feira, abril 08, 2005

Back in the track

Voltei a poder postar.

Agora aguentem-se.

Shhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Chegou uma máquina do espaço cá a casa.
Mete-se-lhe loiça suja lá dentro, e uns tempos depois sai de lá lavada, e nem sequer faz barulho.

Imaginem se houvesse uma que fizesse isso com a roupa :)

Já foi...

O papa lá foi desta para melhor... ou pior... quem sabe.

Eu não professando a religião católica, ou qualquer outra por sinal, até acho que o homeme era um porreiro, e fez bastante por várias causas importantes. De qualquer forma acho inacreditável o facto de haver 5 milhões de pessoas a mais em Roma porque o homem morreu.

Pois é, ontem acordei e liguei a televisão na sic notícias enquanto me preparava para sair de casa, e para variar um pouco a notícia do momento era a morte do papa... normal. Mas desta vez não falavam dele, falavam de 5 milhões de pessoas que invadiram Roma e que devido às filas para ver o homem terem sido fechadas berravam, tentavam evadir a polícia e muito mais, as autoridades já pediram para não irem mais para lá porque nem seuqer há comida na zona para alimentar tanta gente e mesmo assim vi pessoas a dizer que iriam na mesma para hoje assistirem ao funeral.
O que será que diria o homem sobre isso?

terça-feira, abril 05, 2005

Declaração

Venho por este meio e desde já desmentir todos os boatos e falsos rumores envolvendo qualquer tipo de actividade menos própria no sábado passado...

Tenho dito.

Censura II

Ontem tive novamente problemas para aceder ao blogger...
Desconfio que me querem mesmo calar.

Podem pensar paranóia, mas eu digo conspiração.

sexta-feira, abril 01, 2005

Mais cego é aquele que não que ver

Are you ready?!

This place inside my mind, a place I like to hide
You don't know the chances. What if I should die?!
A place inside my brain, another kind of pain
You don't know the chances. I'm so blind!

Another place I find to escape the pain inside
You don't know the chances. What if I should die?!
A place inside my brain, another kind of pain
You don't know the chances. I'm so blind!

Deeper and deeper and deeper as I journey to
live a life that seems to be a lost reality
that can never find a way to reach.
My inner selfesteem is low.
How deep can I go in the ground that I lay?
If I don't find a way to see through the gray that clouds my mind.
This time I look to see what's between the lines!

I can see, I can see, I'm going blind...
I'm blind


Korn - Blind - Korn