domingo, novembro 30, 2008

O cabo dos trabalhos

O meu trabalho é realmente uma merda do pior, já sei isso faz muito e foi algo que sempre aceitei sem problemas devido ao cariz temporário do mesmo e à flexibilidade que me oferece, mas ultimamente é quase agonizante pensar sequer que tenho que ir trabalhar.

Juntando isto a ganhar uma miséria, o valor ser pouco ou nada reconhecido e me tentarem retirar a flexibilidade que após muito tempo ganhei, ainda se admiram de trabalhar apenas o essencial e não fazer absolutamente mais nada.



Retratos psicológicos de seres escorregadios


É sempre difícil para mim entender o porquê de algumas pessoas que se dizem insatisfeitas com a sua condição defenderem a mesma. Posso aceitar que por preguiça ou conformismo não façam nada sobre o assunto, pode ser uma atitude parva e com a qual eu não concordo (na verdade estou-me nas tintas), mas o que não aceito é que defendam a situação perante mim ou que se indignem quando sou eu que a ponho em causa. Mais ainda quando estas indignações surgem de quem se tem como sendo dona de uma espinha daquelas rijas.

Depois admiram-se com o facto de eu, um gajo que argumenta tudo e mais alguma coisa e que tem por hábito fazer de advogado do diabo, deixar de opinar relativamente a outras questões e encolher só os ombros. É que eu estou disposto a falar sobre tudo, mas apenas com quem aceita ouvir sempre e não só às vezes.



sexta-feira, novembro 28, 2008

Festival sim, Tibórnia D'ouro é que não...


Eu até gosto de cozinha e de experimentar pratos novos, mas deitar ouro na comida parece-me completamente estúpido quando o sabor é irrelevante e o preço não é tão irrelevante assim.

Boa apresentação sim senhor, mas é este tipo de merdas que me faz pensar se não vemos o mundo ao contrário do que deveríamos.


quinta-feira, novembro 27, 2008

Por estes dias numa tv perto de mim

Há uns anos atrás fartei-me de jogar um jogo inovador no mundo dos videojogos e que introduzia uma característica nova chamada bullet-time que viria a ser utilizada extensamente em futuros jogos, cinema e tv. O nome do jogo que introduziu tal inovação foi o Max Payne. Mas porque é que estou a falar nisso agora? Porque vi o filme que foi lançado recentemente. O contrário do jogo não é um clássico, e não chega sequer a ser bom. A história está lá, os actores também, os efeitos especiais até são bons, mas neste filme em particular parece-me que é a realização a falhar. Planos previsíveis, mal escolhidos, cenas despropositadas e pouco convincentes, momentos que de tão pouco conseguidos são irritantes. Momentos há em que o realizador parece querer fazer um 300 ou um Sin City mas acaba por não conseguir nenhum dos dois efeitos.

Mas é pena, porque a história merecia bem melhor.

No lado oposto da moeda cinéfila do dia está Step Brothers, uma comédia desgarrada, mais uma no portfolio de Jude Apatow. Pode ser hilariante ou deixar alguém a olhar para o ecrã a pensar que aquilo não tem piadinha nenhuma. Eu gostei, façam o favor de dar uma espreitadela.


No reverso da medalha está o facto do site oficial dos filmes aqui descritos ser inversamente proporcional à qualidade de cada um deles.

domingo, novembro 23, 2008

Que noite bem passada...


Eu sei que o jogo da selecção não foi hoje, mas há altura não tive hipóteses de vir aqui postar o que eu já muitas vezes disse mas foi neste jogo que ficou mais claro, parece-me a mim. Já perceberam porque é que o Bruno Alves é fraquinho?

Em Portugal com as arbitragens que temos e os avançados da treta é fácil, mas contra quem saiba atacar este central não serve nem para aquecer o banco. Tenho dito.


Prémios por coisas boas


E o prémio “Você é uma besta sem piada nenhuma” desta semana vai para………….

Manuela Ferreira Leite

Já se tinha candidatado várias vezes mas desta vez o prémio é indiscutível. Parabéns.

Gostava também de parabenizar o ministro Teixeira dos Santos pelo último lugar como Ministro das Finanças da União Europeia. É um lugar merecido.


quarta-feira, novembro 19, 2008

Coisas...

Vim passar uns dias à Covilhã, terra que me viu nascer e ainda hoje vive traumatizada por isso. Aqui pouco me apetece fazer para além de passar o dia em casa a não fazer nada, ou sair para cafés e refeições com família e amigos. Ainda agora que preciso mesmo de usufruir de Internet, coisa que não tenho fixa por estes lados, e apesar de já ter ido buscar uma placa de banda larga móvel, prefiro estar aqui sem me mexer com uma net lenta que nem um caracol do que ir para outra divisão da casa onde tudo o que preciso de fazer seria muito mais rápido… sou um lambão do pior.

Já agora aproveito para dizer que está frio.

Tendo em conta a preguiça e o frio decidi que papar horas de séries, filmes e qualquer outra coisa que envolva nenhum movimento no sofá quentinho era o indicado. Assim sendo peguei na série Fringe e nos episódios que já tinha comigo. A série não é um clássico, e estará longe de ser das melhores séries de sempre, mas no meio da quantidade de coisas que sai em bateladas para a televisão esta séries consegue ser um pouco diferente e abordar temas tipo x-files com uma simplicidade refrescante e despretensiosa. Dêem uma espreita.