segunda-feira, fevereiro 28, 2011

sábado, fevereiro 26, 2011

A primeira coisa que preciso de dizer é que não gosto da maioria das claques. O conceito base por detrás de uma claque é bonito, o apoio a um clube de que se gosta através de variadas formas é de saudar, mas a verdade é que normalmente acabamos por ser confrontados com as atitudes violentas e tudo menos desportivas das claques organizadas. Não gosto.

Mas eu estive no estádio de Alvalade na segunda-feira. Já vi algumas coisas bem feias em estádios de futebol, mas este jogo teve momentos que estão entre os piores.
A polícia decidiu carregar sobre a claque porque pelos vistos estavam a tapar umas escadas. Ora aí está uma bela razão para se encher uma data de povo de porrada.
A polícia diz que lhes atiraram cadeiras antes da carga. É falso, nem uma única cadeira voou antes da primeira carga policial.
A polícia diz que houve um excesso de material pirotécnico introduzido pela claque do Sporting. Concordo, tendo em conta que não pode haver nenhum, basta haver uma tocha para já ser um excesso, mas não houve mais do que na claque benfiquista, e nem por isso houve uma carga policial sobre eles. E ainda bem.

É que eu acho muito bem que se espete meia dúzia de vergastadas no lombo da malta que assalta estações de serviço a caminho dos jogos, da malta que no meio da rua rouba um cachecol a um adepto adversário para o queimar, da malta que bate em adeptos adversários só porque sim. Mas neste caso nada disso aconteceu, a claque estava na sua zona do estádio, não havia adeptos do Benfica a serem agredidos ou sequer incomodados. Desta vez houve zero razões para o que se passou para além do nervosinho miúdo de chefes de polícia incompetentes e que avaliaram mal a situação.

Um verdadeiro choque

Este gajo foi preso porque cometeu um crime. Vive numa prisão construída com o dinheiro dos contribuintes, come grátis e recebe cuidados médicos grátis. Faz da sua cela uma lixeira e diverte-se a cobrir a paredes com merda, literalmente. Apesar de ser avisado claramente para o que lhe ia acontecer, mostrou um total desprezo pela autoridade a quem tem que obedecer, porque está preso, porque cometeu o tal crime.
Leva com um choque no lombo e agora há uma quantidade de gente que acha mal. Sim, coitadinho, é que o choque foi daqueles que aleijou e tudo. O porquê de ter levado o choque parece ser irrelevante, as pessoas ficam aborrecidas é porque o triste do senhor parecia uma pedra a cair no chão, e isso mete impressão à vista.

Suponho que para essas pessoas o correcto seria pagar a uma equipa de limpeza para tratar do quarto do recluso, deixa-lo num brinquinho, ele voltava a fazer o mesmo, voltava-se a limpar. Isso é que era bonitinho.
Da minha parte podem poupar na equipa de limpeza e gastar em baterias para os tasers. Se forem usados assim não tenho problema nenhum com a sua utilização.

A parva

Esta besta, que não tem outro nome, escreve nesta crónica, ultimamente muito badalada, uma quantidade de parvoíces que fazem com que a única parva que o texto sugere seja ela.

Pouco haverá a dizer, basta ler o texto. É daquele tipo de coisas que não precisa de qualquer tipo de acrescento para ser idiota. Apenas me parece que a senhora se esqueceu de acrescentar qualquer coisa mesmo no fim, depois do "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.", faltou-lhe referir que quem está à espera dessa aplicação também espera que seja pelo salário mínimo e com trabalho precário.

O melhor é lerem.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Temos carro...

Diz que o carro já anda outra vez.

Vamos ver por quanto tempo, porque ao preço a que está o gasóleo qualquer deixa de andar por opção.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

O outro lado da moeda

O Mourinho diz-se um católico fervoroso, mas ao mesmo tempo tem "medo" de Deus.

Isto confirma que até os melhores do mundo num ou noutro aspecto têm as suas falhas e defeitos.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Se contratassem o gajo resolvia-se tudo mais facilmente.

Hoje em dia a globalização é algo impossível de parar, mas há quem tente fazê-lo a todo o custo, mesmo atentando contra o mais simples bom-senso.
A Sony viu a sua consola PS3 ser desbloqueada sem apelo nem agravo mais uma vez. O desbloqueio foi tão profundo que há quem diga que a empresa nunca o conseguirá resolver seja com que updates for. É chato para a Sony? Talvez. Mas isso não lhes dá o direito de pedir à Google que lhes forneça os dados de todos os que viram o vídeo onde se explicava como se desbloquear a consola que foi colocado no youtube.
Mas que tipo de "police state" é este? Como se o facto de eu ver um vídeo online, num site perfeitamente normal, desse direito a uma corporação de pedir o meu IP a uma qualquer empresa na Internet. Eu que nem tenho PS3 por exemplo. As coisas estão a caminhar num sentido assustador no que toca ao que é pessoal e ao que a todos podem ter acesso.

A mim parece-me que a Sony em vez de andar atrás do GeoHot com manobras tristes e precipitadas, contratava-o e resolvia vários problemas de uma vez.

O dia

Dói-me a cabeça, é o que dá ser-se um viciadito e não beber café o dia todo, chega-se à noite e a ressaca ataca. Um Nespresso para ver se passa.
Entretanto começou o novo semestre, o que até podia nem ser mau não fosse a chuva chata o dia todo. Eu de dias cinzentos até gosto, mas a chuva prefiro quando a apanho só no caminho para casa, quando é a caminho de qualquer outro sitio é uma bosta.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Eu é que não quis. Só isso.

Os dias passam sem que tenha grandes surpresas no que ouço. Já ouvi muita asneira, mentira, cinismo, ironia. É normal, afinal de contas isso rodeia-nos diariamente, e só não nos habituamos se formos demasiado ingénuos. Mas a verdade é que ainda há coisas que me batem no ouvido como um tiro disparado a curta distância. A surdez momentânea normal destes momentos serve para confirmar se ouvi bem. Ultimamente tem-me acontecido mais do que pensava ainda ser possível.
Dependendo de quem fala e do que diz ainda vou tendo calma para discutir o que ouvi, mas cada vez dou por mim a, assim que recupero a audição, ignorar o que entrou pelos ouvidos e a achar que há quem não se ouça. Chega a ser perturbante o quão ignorante das suas palavras são algumas pessoas.

Mas vamos falando e ouvindo. Amanhã haverá mais.

"I had the craziest dream last nigh"

A primeira vez que a apresentação do Black Swan fiquei logo com a sensação de que o filme podia ser muito bom. Depois de ver as nomeações fiquei a pensar que o filme devia ser mesmo bom. Entretanto malta conhecida foi ver e pelos comentários fiquei com a certeza de que o filme era bom.
Vi o filme e afinal é ainda melhor do que eu pensava.

Natalie Portman. O que dizer... Dois cisnes num só. A Rainha Amidala. O título de uma música de Team Sleep. Esta mulher é tudo. Ainda não vi todas as actuações nomeadas, mas eu começava já a escrever o discurso.

127 Horas

Um filme baseado na história real de alguém que vai a extremos porque o seu instinto de sobrevivência e presença de espírito fazem o Bear Grylls parecer um menino do coro.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

O dia-a-dia

O nosso primeiro ministro esta manhã em Penacova, quando foi confrontado com os números da execução orçamental falou, todo simpático, porque a execução foi acima do esperado. Já imediatamente a seguir quando lhe perguntaram sobre o veto do presidente da república amuou e ficou aborrecido. Basicamente só fala do que lhe interessa.

Os quatro maiores bancos portugueses tiveram em 2010 os mesmo lucros de 2009, mas pagaram menos 55% de impostos.
Estamos em crise.

Ricardo Rodrigues, o mesmo que gamou o gravador nas barbas de uma câmara de filmar continuar a sua actividade como se nada fosse e foi nomeado para uma comissão de inquérito, em que supostamente se deve estar acima de qualquer suspeita.
O RR é como os carochos que apanham o metro ali no Lumiar, pode passar colado à pessoa da frente ou saltar as portas sem que ninguém do metro lhe diga nada e os seguranças fazem vista grossa, mas se formos nós que até temos passe mensal a fazer o mesmo porque pura e simplesmente o cartão não funciona somos logos tratados como criminosos.

Força Portugal, vamos no bom caminho.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

" I don't think you guys should break up."

The Kids Are All Right é um filme sobre as coisas normais que sucedem a uma família muito pouco convencional. As relações retratadas são como as que observamos todos os dias ao nosso lado, apesar da estranheza inicial de haver duas mães na mesma família, os problemas são basicamente os mesmos que assolam a vida mundana de inúmeras casas em todo o mundo. E os miúdos estão bem, perfeitamente normais.

Não tem qualquer hipóteses de ganhar uma estatueta mas é um filme que não custa nada a ver.

Negócios explicados a quem não percebe nada de finanças

O nosso novo/antigo presidente da república veio esclarecer, coisa que não fez durante a campanha eleitoral, que pagou tudo o que tinha a pagar do Sisa da casa permutada no Algarve.

O que ele se esqueceu de explicar é como é que uma casa que foi avaliada em planta pelo banco, e que levou ao cálculo do já referido imposto, acabou por ser construída com o triplo do tamanho e valor do imposto foi o mesmo.

É que gostava de perceber. Tal como a história da compra mágica das acções abaixo do seu valor.

Mas pronto, parece que para perceber vou ter que esperar para nascer mais uma vez.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Sem novidades

Mais uma prova... continuem a abastecer na Galp e na BP porque são não sei o quê que é melhor, e mais limpa, e faz mais quilómetros bla bla bla.